06
Outubro

 

O Censo da Educação Superior mostrou que há dificuldades em preencher todas as vagas ofertadas. Das novas vagas e vagas remanescentes oferecidas nas redes pública e privada em 2015, 5,6 milhões ficaram ociosas. Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).


Em 2015, foram oferecidas mais de 8,5 milhões de vagas em cursos de graduação, sendo 72% vagas novas e 27,7%, vagas remanescentes. Das 6.142.149 novas vagas oferecidas em 2015, 42,1% foram preenchidas, enquanto apenas 13,5% das 2.362.789 vagas remanescentes foram ocupadas no mesmo período.


Isso significa que 3.556.304 das novas vagas e 2.043.812 das remanescentes não foram ocupadas, de acordo com os dados do Censo. Mesmo na rede federal, que teve maior índice de ocupação - mais de 90% das novas vagas e 27,4% das remanescentes - sobraram 116.692 vagas.


O maior índice de vagas não preenchidas está no ensino privado. Das novas vagas, 37,8% foram preenchidas e 12,8 das remanescentes, o que totaliza 5.377.580 vagas não preenchidas.


Plano Nacional de Educação
Por lei, pelo Plano Nacional de Educação (PNE) o país terá que elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida, ou seja, da população de 18 a 24 anos, para 33%. Deve assegurar a qualidade da oferta e expansão e ter pelo menos 40% das novas matrículas no segmento público. Até 2014, a taxa bruta era 34,2% e a líquida, 17,7%. (ABr.)

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06
Outubro


O colorido e encanto dos brinquedos produzidos pelos artesãos de Abaetetuba já tomou conta de vários espaços de Belém onde haverá programação nazarena. O espaço principal do trabalho dos artistas, que somam ano após ano cada vez mais premiações nacionais e internacionais, é a Praça D. Pedro II, no bairro da Cidade Velha, onde será aberta nesta quinta-feira, dia 6, a quarta edição da feira “Girândolas de Abaeté no Círio de Nazaré”.


Segundo Rivaildo Peixoto, presidente da Associação dos Artesãos de Brinquedos de Miriti de Abaetetuba (Asamab) a iniciativa de expor individualmente vem dando tão certo que este ano o número de peças, que ano passado era de cerca de 40 mil, aumentou para mais de 70 mil brinquedos e 72 artesãos estão envolvidos no trabalho de comercializar as obras de arte.


A feira, montada na Praça D. Pedro II, reúne cerca de 80 estandes e tem como objetivo proporcionar ao público participante do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, a oportunidade de conhecer o trabalho dos artesãos que integram a entidade.


A feira “Girândolas de Abaeté no Círio de Nazaré” será aberta às 18 horas, com a presença de representantes das principais entidades e parceiros. “Também estamos com trabalhos em outros pontos de Belém, como a exposição do Círio na Praça Maestro Waldemar Henrique e também na Praça do Carmo”, conta Rivaildo, ao informar que esta edição tem como principal patrocinador a Organização Internacional do Trabalho (OIT), Prefeitura de Abaetetuba e Governo do Estado, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).


Organizada pela Asamab, a feira fica aberta até o dia 10 de outubro, segunda-feira, sempre das 8h à meia noite e é oportunidade única para quem quer conhecer esse excelente trabalho dos artesãos de Abaetetuba e comprar direto das mãos dos artistas de Abaeté a preços justos. A maioria das peças é temática do Círio de Nazaré e cotidiano da cultura ribeirinha da Amazônia paraense.


Miriti
Anualmente a Asamab realiza, em Abaetetuba, o Miritifest – Festival do Miriti do município. O evento reúne em média 30 mil pessoas em torno da comercialização e apreciação do artesanato, que em sua maioria são obras de arte que reproduzem a fauna, a flora, as lendas e o cotidiano dos ribeirinhos da Amazônia.


A Feira de Artesanato de Miriti, alem de garantir ampla comercialização e divulgação do trabalho dos artistas de Abaetetuba, também garante a preservação de 800 hectares de miriti e essências florestais, beneficia 700 trabalhadores e suas famílias em 38 comunidades rurais, mas também harmoniza o artesão com os consumidores. (Ag. Pará)

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06
Outubro

Pensar maneiras de incluir a pessoa com deficiência no convívio social e oferecer ferramentas para que ela recupere a autoestima e a independência são propósitos fundamentais para o Centro Integrado de Inclusão e Cidadania (CIIC). Nesse sentido, o centro, que é vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), realizou, na manhã desta quarta feira (5), a I Feira Divulgando Talentos do CIIC. A feira também abriu espaço para os familiares dos usuários do centro.


Com atividades diversas, desde apresentações artísticas até comércio de produtos desenvolvidos pelos participantes, a feira tem como objetivo oportunizar a pessoa com deficiência à divulgação de seus produtos, venda e estabelecimento de elos com as pessoas que frequentam o centro. “Sobretudo, visando à valorização e a elevação da autoestima, além de produzir renda. Essa é uma experiência nova e estamos muito felizes”, comentou a coordenadora do CIIC, Josiane Guimarães, que já adiantou que mais duas edições do evento acontecerão em 2017.


Uma das idealizadoras do evento, a assistente social Silvia Ferreira, avaliou a importância da feira para a pessoa com deficiência. “Estamos fomentando a inclusão social nos diversos níveis: educação, trabalho e assistência social. Então, que a pessoa com deficiência tenha vez, apareça e possa ter condições de mostrar a potencialidade que ela tem”, explicou.


Fábio Moreira é pai de Thamiris Rocha, adolescente de 15 anos que frequenta o Centro. Ele conta que quando a filha nasceu teve um dano cerebral que afetou a parte motora. Thamiris faz pinturas com pincéis há cerca de um ano e é bicampeã paraense na modalidade de bocha adaptada. “Tenho muito orgulho em saber que tenho uma artista em casa. Sempre tento buscar o melhor pra ela. Quando descobri a feira, logo quis trazer os desenhos dela para expor”, disse o pai com o sorriso no rosto.


Já Viviam Mello, integrante do grupo de folclore há mais de 40 anos, na Fundação Pestalozzi, e que possui deficiência intelectual, contou que gosta de participar de todas as atividades na escola. “No grupo de folclore, nós representamos várias danças: dança do tacacá, a lenda do boto, a Matinta Pereira, entre outras. Sinto muita alegria quando estou dançando”, concluiu.


“Não é porque temos uma deficiência que vamos ficar em casa. Nós somos capazes e depois que eu tive essa deficiência foi que eu adquiri esse trabalho, esse manuseio com o artesanato. Eu tenho paralisia, mas isso não significa que não posso exercer alguma atividade, ganhar meu dinheiro e me manter através disso. Não é uma deficiência que vai impedir que você seja uma pessoa capaz”, disse Vitória Américo, que tem paralisia nos membros.


A técnica em enfermagem Cláudia Suely, que tem um filho com síndrome de down, estava saindo do seu plantão de trabalho e resolveu ficar para prestigiar a feira. “O que me chamou mais atenção foram os expositores com os familiares, isso mostra a união entre eles”, ressaltou. (Ag. Pará)

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