06
Outubro

 

Com a presença de familiares e amigos de Ulysses Guimarães, a Câmara dos Deputados lembrou hoje (6) a trajetória do político, tido como símbolo da defesa da democracia e da liberdade. Em uma sessão de homenagem aos 100 anos do líder, que comandou a Casa durante a Constituinte de 1988, integrantes do governo do também peemedebista Michel Temer, como o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) destacaram frases históricas de Ulysses, como “o político tem que ter coragem”.


“Hoje o político tem que ter coragem para assumir os desafios que aí estão”, disse Padilha, fazendo referência à atual situação financeira do país e ao pacote de ajuste fiscal defendido pelo Executivo. O ministro lembrou que Ulysses integrou o MDB, partido que deu origem ao PMDB, e é um símbolo para correligionários e para a sociedade. “Ulysses foi um brasileiro que combateu politicamente, sem violência, e conseguiu derrubar uma ditadura militar pela política, pela mobilização e pelo discurso, dando ao povo a noção de que tem a capacidade de mudar o Brasil”, disse.


Rodrigo Maia (DEM-RJ), hoje no comando da Casa que já foi presidida por Ulysses Guimarães, ressaltou que ele foi “um dos maiores estadistas que a politica brasileira teve. Sempre defendeu a democracia e construiu a redemocratização do Brasil a partir de 1985”, afirmou.


O combate à ditadura militar pela política também foi destacado pelo presidente da Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB, Moreira Franco, que lembrou que o líder conseguiu sintonizar sua atividade aos anseios da população. “Estamos homenageando o último político brasileiro que teve autoridade moral, que é a essência da atividade política, de dizer que estava falando em nome da nação”, disse.


Na sessão, além de discursos exaltando a trajetória do constituinte, foi lançado um selo comemorativo elaborado dos Correios, pelos 100 anos do político, e um documentário produzido pela TV Câmara e dividido em três episódios. (Ag. Brasil)

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro

 

 

Por volta de 10h17 desta quarta-feira (5), o avião prefixo PT-WOT decolou do Aeroporto Internacional de Belém para o município de Paragominas, no nordeste paraense, concluindo o circuito dos voos iniciados na segunda-feira (3), de Belém a Soure, no Marajó. Na terça-feira (4), o destino foi Breves, outro município marajoara. O terceiro voo manteve o planejamento inicial do programa “Voe Pará”, destinado a incentivar a acessibilidade ao interior do Estado, fomentando o turismo e demais setores da economia.


De Belém a Paragominas são apenas 55 minutos de voo, uma redução significativa no tempo de deslocamento, já que uma viagem rodoviária até o município leva até cinco horas, em carro particular, e isso dependendo do tráfego nas rodovias BR-316, BR-010 e PA-256.


Na chegada ao aeroporto de Paragominas, os passageiros do voo inaugural - secretários de Estado, deputados estaduais e um agente de viagens - foram recebidos por empresários, profissionais liberais, políticos e secretários municipais de Paragominas e de municípios do entorno. Secretários e parlamentares ressaltaram que a localização geográfica de Paragominas, em relação aos municípios vizinhos, deve favorecer negócios e atrair o setor produtivo, fortalecendo o programa Voe Pará com o uso do avião nos deslocamentos à capital.


História
“Paragominas faz história com esse voo”, disse Adenauer Góes, secretário de Estado de Turismo. “A frequência do voo é semanal, mas acredito que pela dinâmica do setor produtivo desta cidade - e dos demais municípios do entorno -, vocês possam se apoderar desse voo, dessa oportunidade, e ter mais frequência. É a realização de um sonho”, reiterou.


Já o secretário de Estado de Transportes, Kleber Menezes, afirmou que a iniciativa do “Voe Pará” mostra a preocupação do governo do Estado com a recuperação e ampliação de 23 aeródromos (pequenos aeroportos), incluindo pistas, balizamento para voos noturnos e melhorias dos terminais de passageiros. No cronograma de obras estão incluídos os aeródromos dos municípios de Redenção, Itaituba, Breves e Paragominas. “É tarefa a ser executada em parceria com um programa do governo federal em atendimento aos moradores do interior dos estados. Os recursos desse programa estão garantidos”, acrescentou.


Kleber Menezes também informou sobre as obras de infraestrutura definidas para as rodovias que cortam o município de Paragominas. Ele destacou o andamento dos serviços nas pontes e a pavimentação da PA-125, que deve estar concluída em dezembro deste ano, além dos trabalhos na PA-256, que vão melhorar o tempo de viagem entre Belém e Paragominas.


Integração
Adnan Demachki, titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme) e ex-prefeito de Paragominas, destacou a importância estratégica do programa Voe Pará, dentro do programa de investimentos “Pará 2030”, que reforça a determinação do governador Simão Jatene em ampliar a integração e melhorar a acessibilidade no Estado.


“O Pará lançou mão de renúncia fiscal de receita, num momento de crise econômica nacional, e incentiva novas rotas dentro do Estado e as internacionais. São oito municípios no 'Voe Pará'. Só Marabá tem voo regular. Temos que manter a atual frequência, sempre às quartas-feiras, mas estudar também os melhores dias e horários, e fazer um esforço conjunto para tornar isso um voo diário, mais à frente”, disse Adnan Demachki.


O deputado estadual Sidney Rosa, também ex-prefeito de Paragominas, lembrou o tempo gasto nas viagens pelas estradas, e afirmou “que o avião é o meio de transporte mais seguro”. Ele também enfatizou as oportunidades criadas pelo “Voe Pará” e a implantação e o incentivo aos quatro voos para o exterior no governo atual.


O prefeito de Paragominas, Paulo Tocantins, ressaltou a importância do voo para o setor produtivo, empresários e profissionais liberais que precisam se deslocar toda semana para a capital. “Temos que comemorar a oportunidade desse voo, que vem ajudar as pessoas, empresários e profissionais que precisam se deslocar durante a semana de Belém a Paragominas. Temos que fazer a integração com a região do nosso entorno e trabalhar juntos para ampliar a frequência desse voo”, concluiu o prefeito.


A rota do “Voe Pará” é feita por um avião Gran Caravan, fabricado pela empresa norte-americana Cessna. É certificado como um dos aviões monomotores “de alto nível de segurança, com redundância nos equipamentos de bordo mais importantes”, ressaltou Marcos Ferreira, diretor de Operações da Two-Flex, empresa que opera as rotas. Ele veio da cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, para acompanhar os três voos inaugurais.


Programa
O “Voe Pará” integra o programa Pará 2030, lançado em 29 de junho deste ano pelo governador Simão Jatene. Seu principal objetivo é ampliar a malha aérea regional. Com o programa, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), busca facilitar os meios de acessibilidade e circulação de passageiros no território paraense, e abrir oportunidades de negócios e novas frentes de mercado na economia estadual.


A empresa aérea Two-Flex começou a operar voos para Soure, Breves e Paragominas nos dias 3, 4 e 5 de outubro. Os voos Belém-Soure serão as segundas e sextas-feiras, com saída da capital às 11 h e chegada às 11h20. A viagem de retorno terá decolagem às 11h40, e pouso em Belém às 12 h.


O voo Belém-Breves tem frequência de duas vezes na semana, as terças e quintas-feiras, com partida de Belém às 13 h e chegada às 13h55. O voo de retorno sairá de Breves às 14h15, com pouso na capital paraense às 15h10.


A rota Belém-Paragominas tem voos toda quarta-feira, com decolagem às 11 h e chegada às 11h55. A volta terá saída às 12h15, com pouso em Belém às 13h10.


Incentivos
O decreto que criou o programa “Voe Pará” é destinado a incentivar a aviação regional. O programa é aberto a qualquer companhia aérea que se enquadre nos requisitos exigidos pelo Estado, e tenha capacidade para alcançar os resultados esperados. Inicialmente, já estão cadastradas no “Voe Pará” as empresas TWO, Pema e Piquiatuba. O programa estimula que as empresas mantenham suas linhas áreas atuais e criem outras linhas para o interior, iniciando já com nove destinos.


Algumas linhas partirão da capital para cidades que já possuem voos regulares, como Marabá, e seis novas linhas para municípios que não dispõem de transporte aéreo regular de passageiros, como Ourilândia do Norte, Redenção e Tucuruí. (Ag. Pará)

Avalie este item
(1 Votar)
06
Outubro

 

O Censo da Educação Superior mostrou que há dificuldades em preencher todas as vagas ofertadas. Das novas vagas e vagas remanescentes oferecidas nas redes pública e privada em 2015, 5,6 milhões ficaram ociosas. Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).


Em 2015, foram oferecidas mais de 8,5 milhões de vagas em cursos de graduação, sendo 72% vagas novas e 27,7%, vagas remanescentes. Das 6.142.149 novas vagas oferecidas em 2015, 42,1% foram preenchidas, enquanto apenas 13,5% das 2.362.789 vagas remanescentes foram ocupadas no mesmo período.


Isso significa que 3.556.304 das novas vagas e 2.043.812 das remanescentes não foram ocupadas, de acordo com os dados do Censo. Mesmo na rede federal, que teve maior índice de ocupação - mais de 90% das novas vagas e 27,4% das remanescentes - sobraram 116.692 vagas.


O maior índice de vagas não preenchidas está no ensino privado. Das novas vagas, 37,8% foram preenchidas e 12,8 das remanescentes, o que totaliza 5.377.580 vagas não preenchidas.


Plano Nacional de Educação
Por lei, pelo Plano Nacional de Educação (PNE) o país terá que elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida, ou seja, da população de 18 a 24 anos, para 33%. Deve assegurar a qualidade da oferta e expansão e ter pelo menos 40% das novas matrículas no segmento público. Até 2014, a taxa bruta era 34,2% e a líquida, 17,7%. (ABr.)

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro


O colorido e encanto dos brinquedos produzidos pelos artesãos de Abaetetuba já tomou conta de vários espaços de Belém onde haverá programação nazarena. O espaço principal do trabalho dos artistas, que somam ano após ano cada vez mais premiações nacionais e internacionais, é a Praça D. Pedro II, no bairro da Cidade Velha, onde será aberta nesta quinta-feira, dia 6, a quarta edição da feira “Girândolas de Abaeté no Círio de Nazaré”.


Segundo Rivaildo Peixoto, presidente da Associação dos Artesãos de Brinquedos de Miriti de Abaetetuba (Asamab) a iniciativa de expor individualmente vem dando tão certo que este ano o número de peças, que ano passado era de cerca de 40 mil, aumentou para mais de 70 mil brinquedos e 72 artesãos estão envolvidos no trabalho de comercializar as obras de arte.


A feira, montada na Praça D. Pedro II, reúne cerca de 80 estandes e tem como objetivo proporcionar ao público participante do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, a oportunidade de conhecer o trabalho dos artesãos que integram a entidade.


A feira “Girândolas de Abaeté no Círio de Nazaré” será aberta às 18 horas, com a presença de representantes das principais entidades e parceiros. “Também estamos com trabalhos em outros pontos de Belém, como a exposição do Círio na Praça Maestro Waldemar Henrique e também na Praça do Carmo”, conta Rivaildo, ao informar que esta edição tem como principal patrocinador a Organização Internacional do Trabalho (OIT), Prefeitura de Abaetetuba e Governo do Estado, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).


Organizada pela Asamab, a feira fica aberta até o dia 10 de outubro, segunda-feira, sempre das 8h à meia noite e é oportunidade única para quem quer conhecer esse excelente trabalho dos artesãos de Abaetetuba e comprar direto das mãos dos artistas de Abaeté a preços justos. A maioria das peças é temática do Círio de Nazaré e cotidiano da cultura ribeirinha da Amazônia paraense.


Miriti
Anualmente a Asamab realiza, em Abaetetuba, o Miritifest – Festival do Miriti do município. O evento reúne em média 30 mil pessoas em torno da comercialização e apreciação do artesanato, que em sua maioria são obras de arte que reproduzem a fauna, a flora, as lendas e o cotidiano dos ribeirinhos da Amazônia.


A Feira de Artesanato de Miriti, alem de garantir ampla comercialização e divulgação do trabalho dos artistas de Abaetetuba, também garante a preservação de 800 hectares de miriti e essências florestais, beneficia 700 trabalhadores e suas famílias em 38 comunidades rurais, mas também harmoniza o artesão com os consumidores. (Ag. Pará)

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro

 

O Cruzeiro não terá tarefa fácil até o fim do Campeonato Brasileiro. Na 16ª colocação, com 33 pontos, o time de Mano Menezes luta para sair de vez da zona incômoda da competição e terá compromissos complicados até dezembro. No sábado, às 21h, o adversário é a Ponte Preta, no Mineirão. Para o meio-campista Robinho, o duelo apresentará mais dificuldades do que o do último fim de semana, contra o Grêmio, em que o clube celeste venceu por 1 a 0, também no Gigante da Pampulha.


“Precisamos muito de uma sequência boa dentro de casa. Os resultados em casa são ruins, embora tenha dado uma melhorada agora. O jogo contra a Ponte vai ser muito mais difícil do que foi contra o Grêmio. Venho acompanhando os jogos deles. Eu assisti ao último jogo, apesar da derrota jogaram muito bem, acho que vai ser um jogo muito difícil. Uma vitória no sábado vai nos dar muita motivação. Pelo G6, que a Ponte briga, o jogo ganhou uma proporção muito maior”, analisou.


Com 20 jogos pelo Cruzeiro, Robinho é um dos principais nomes do time armado por Mano Menezes. Apesar da concorrência em seu setor, o armador ganhou a vaga na equipe titular e só saiu quando precisou ser poupado por desgaste físico. Até aqui, já marcou cinco gols e serviu os companheiros em sete ocasiões por Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Ele destacou a importância de jogadores, além dos atacantes, deixarem suas marcas nas partidas.


“O time está melhorando muito. Eu conversava com o Rafinha outro dia, a gente não pode deixar as responsabilidades apenas para os atacantes. O meio tem que fazer gol, defesa tem que participar na bola parada. Em jogos difíceis, como o contra o Grêmio, quando o Henrique fez gol. Todos estão ajudando porque os jogos são difíceis, a gente ganha de 1 a 0 e não podemos deixar os gols só para os atacantes”, disse Robinho.


Com a semana livre de trabalho, Mano Menezes comandará mais duas atividades antes de enfrentar a Ponte Preta, no sábado. Para o duelo, o Cruzeiro não contará com o zagueiro Manoel e o volante Ariel Cabral, ambos suspensos, e o meia De Arrascaeta, convocado para a Seleção Uruguaia que disputará jogos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Leo é o substituto imediato na primeira vaga do setor defensivo, Lucas Romero assume a posição do compatriota no meio e Rafinha substitui Arrascaeta na frente. (Fonte: Super Esportes)

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro

 

A paralisação dos bancários que hoje (6) completa 31 dias pode ser encerrada no fim da tarde desta quinta-feira. O Comando Nacional dos Bancários está orientando a categoria a aprovar a nova proposta feita ontem (5), pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nas assembleias que vão ocorrer às 17h.

 

Os banqueiros elevaram a oferta de 7% para 8% de reajuste salarial e também ofereceram um abono de R$ 3,5 mil e a garantia de conceder, no próximo ano, a reposição da inflação e 1% de aumento real, entre outros benefícios.

 

Nessa décima rodada de negociações, os bancos se comprometeram ainda a corrigir o vale-alimentação em 15%; o vale-refeição e o auxílio creche/babá em 10% e a implantar a licença-paternidade de 20 dias. Em relação à Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o acordo prevê parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 4.367,07, sendo que a primeira parcela será paga até dez dias após assinatura do Contrato de Convenção Coletiva.

 

Por meio de nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) observou que a defesa do emprego está entre as prioridades e que “neste sentido, a negociação conquistou a instalação de um Centro de Realocação e Requalificação Profissional nos bancos”.

 

Dias parados não serão descontados

Os dias parados não serão descontados, mas desde que a categoria ponha um fim à greve nas assembleias de hoje (6), retornando ao trabalho amanhã (7).

 

Para o presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários, Roberto von der Osten, “os bancários saem vitoriosos de uma das campanhas mais difíceis dos últimos anos, impactada pela conjuntura política e econômica do país”, salientou ele, por meio de nota. Informou que, inicialmente, a Fenaban havia oferecido reajuste de 6,5% nos salários.

 

O líder dos bancários considerou ainda um avanço fechar questão sobre o acordo coletivo de 2017 com a garantia da reposição inflacionária e de aumento real, além dos reajustes dos benefícios com alimentação e auxílio creche/babá. “Garantimos a extensão dos direitos e valores para todos os bancos públicos, diferente dos anos 90, mas uma vitória inédita foi a garantia do não desconto e da não compensação dos dias da greve, um instrumento medieval de punição dos grevistas”, apontou.

 

A vice-presidenta da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, também fez um balanço positivo das negociações. Disse que elas ocorreram “em um ambiente de alta incerteza política e econômica”. Dados da entidade indicam que ontem (5) mantiveram-se parados os atendimentos ao público em 13.123 agências e 43 centros administrativos, o equivalente a mais da metade (55%) das instituições em todo o país.

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro

Pensar maneiras de incluir a pessoa com deficiência no convívio social e oferecer ferramentas para que ela recupere a autoestima e a independência são propósitos fundamentais para o Centro Integrado de Inclusão e Cidadania (CIIC). Nesse sentido, o centro, que é vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), realizou, na manhã desta quarta feira (5), a I Feira Divulgando Talentos do CIIC. A feira também abriu espaço para os familiares dos usuários do centro.


Com atividades diversas, desde apresentações artísticas até comércio de produtos desenvolvidos pelos participantes, a feira tem como objetivo oportunizar a pessoa com deficiência à divulgação de seus produtos, venda e estabelecimento de elos com as pessoas que frequentam o centro. “Sobretudo, visando à valorização e a elevação da autoestima, além de produzir renda. Essa é uma experiência nova e estamos muito felizes”, comentou a coordenadora do CIIC, Josiane Guimarães, que já adiantou que mais duas edições do evento acontecerão em 2017.


Uma das idealizadoras do evento, a assistente social Silvia Ferreira, avaliou a importância da feira para a pessoa com deficiência. “Estamos fomentando a inclusão social nos diversos níveis: educação, trabalho e assistência social. Então, que a pessoa com deficiência tenha vez, apareça e possa ter condições de mostrar a potencialidade que ela tem”, explicou.


Fábio Moreira é pai de Thamiris Rocha, adolescente de 15 anos que frequenta o Centro. Ele conta que quando a filha nasceu teve um dano cerebral que afetou a parte motora. Thamiris faz pinturas com pincéis há cerca de um ano e é bicampeã paraense na modalidade de bocha adaptada. “Tenho muito orgulho em saber que tenho uma artista em casa. Sempre tento buscar o melhor pra ela. Quando descobri a feira, logo quis trazer os desenhos dela para expor”, disse o pai com o sorriso no rosto.


Já Viviam Mello, integrante do grupo de folclore há mais de 40 anos, na Fundação Pestalozzi, e que possui deficiência intelectual, contou que gosta de participar de todas as atividades na escola. “No grupo de folclore, nós representamos várias danças: dança do tacacá, a lenda do boto, a Matinta Pereira, entre outras. Sinto muita alegria quando estou dançando”, concluiu.


“Não é porque temos uma deficiência que vamos ficar em casa. Nós somos capazes e depois que eu tive essa deficiência foi que eu adquiri esse trabalho, esse manuseio com o artesanato. Eu tenho paralisia, mas isso não significa que não posso exercer alguma atividade, ganhar meu dinheiro e me manter através disso. Não é uma deficiência que vai impedir que você seja uma pessoa capaz”, disse Vitória Américo, que tem paralisia nos membros.


A técnica em enfermagem Cláudia Suely, que tem um filho com síndrome de down, estava saindo do seu plantão de trabalho e resolveu ficar para prestigiar a feira. “O que me chamou mais atenção foram os expositores com os familiares, isso mostra a união entre eles”, ressaltou. (Ag. Pará)

Avalie este item
(1 Votar)
06
Outubro

Foi sancionada com vetos a lei que autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural que beneficia pequenos agricultores das áreas das superintendências da Amazônia (Sudam) e de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O texto consiste na conversão da Medida Provisória 733/2016 em lei.


O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, foi quem atuou diretamente para que o dispositivo beneficiasse também agricultores da região Norte, além dos produtores do Nordeste. “Esta medida estende aos agricultores do Norte o mesmo tratamento garantido aos produtores do Nordeste. Com isso, ampliamos a rede de proteção a mais brasileiros que investem na produção de pequeno porte”, comemorou o ministro Helder Barbalho.


A inclusão do benefício aos produtores na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) foi uma proposta apresentada em emenda pela deputada federal Simone Morgado. Ainda segundo o ministro Helder Barbalho, a Medida Provisória deverá impulsionar o setor rural nas duas regiões. “Ela permitirá não só o pagamento das dívidas, como também a recuperação do crédito de milhares de produtores rurais”, explicou. O objetivo é permitir que os agricultores consigam melhorar sua condição financeira sem que suas dívidas sejam enviadas para cobrança judicial ou inscritas na Dívida Ativa da União.


Segundo a MP, os produtores rurais têm até o dia 29 de dezembro de 2017 para liquidarem ou renegociarem suas dívidas, com a garantia de que não haverá novas execuções até essa data. Os descontos chegam a 95% do saldo devedor. A MP incluiu também os agricultores inscritos na Dívida Ativa da União, até 31 de dezembro de 2014. A renegociação foi autorizada para dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2011. (Assessoria)

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro


O desmatamento na Amazônia Legal aumentou 24% de agosto de 2014 a julho de 2015, em relação ao período anterior, de agosto de 2013 a julho de 2014. Essa é a maior taxa nos últimos quatro anos. Os dados consolidados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) de 2015 foram divulgados ontem (5) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e apontam a derrubada de 6.207 quilômetros quadrados (km²) de floresta. No período anterior, o desmatamento chegou a 5.012 km².

 

Em novembro de 2015, o instituto havia divulgado uma estimativa de 5.835 km² de supressão de floresta para o Prodes 2015. Segundo o Inpe, a taxa consolidada foi calculada com base em 214 imagens de satélite. Já a taxa estimada estava baseada em 96 imagens, selecionadas de modo a cobrir a área onde foram registrados mais de 90% do desmatamento no período anterior e também os 43 municípios prioritários para a fiscalização.

 

Segundo o representante do Inpe, Dalton Valeriano, há quatro anos a taxa está oscilando em torno dos 5 mil km². “É um limite que precisamos atravessar. Novas iniciativas precisam ser tomadas ou não vamos alcançar a meta até 2020”, disse. A meta no âmbito do Programa de Prevenção e Combate ao Desmatamento da Amazônia (PPCDAm) é chegar em 2020 desmatando menos que 4 mil km². Em 2004, quando o programa foi criado, o Brasil desmatou 27.772 km² de floresta da Amazônia Legal.

O Pará ainda é o estado que lidera o aumento do desmatamento na Amazônia Legal. A taxa para o estado subiu 14%, com uma supressão de 2.153 km² de floresta entre agosto de 2014 a julho de 2015. Entretanto, para Valeriano, Mato Grosso e Amazonas são os estados que merecem atenção. “O que me preocupa são o retorno lento mas constante da taxa no Mato Grosso e a ascensão no Amazonas. São pequenas, mas são novas frentes de desmatamento”, disse, pedindo atenção das autoridades para esses estados.

 

Valeriano cita novas frentes de desmatamento, principalmente no Amazonas, como ao longo da Transamazônica e nas regiões dos municípios de Lábrea, Apuí e Manicoré. O desmatamento no estado subiu 42% entre 2014 e 2015. A taxa, que era de 500 km², foi para 712 km².

 

Já no Mato Grosso a taxa de desmatamento subiu 49%, de 1.075 km² para 1.601 km².

 

O Prodes computa como desmatamento as áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal – o corte raso. O representante do Inpe disse que os dados estimados do Prodes 2016 serão apresentados em breve.

 

Combate ao desmatamento

Os dados consolidados do Prodes 2015 foram apresentados hoje durante um seminário no Ministério do Meio Ambiente (MMA) que vai reunir, até amanhã, representantes de governos, jornalistas, cientistas e sociedade civil organizada para debater sobre onde está o problema e quais são os possíveis caminhos para frear o desmatamento na Amazônia Legal.

 

Segundo o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Everton Lucero, é importante que os estados forneçam dados regulares e atualizados das autorizações para desmate legal de vegetação. A atual taxa de desmatamento não diferencia o ilegal daquele feito com autorização dos órgãos estaduais. Para Lucero, além de combater o desmate ilegal é preciso promover políticas para reduzir a supressão legal sem prejuízo para a economia.

 

Durante o seminário, serão debatidos ainda as taxas de desmatamento em locais específicos, como nas terras indígenas, áreas privadas, unidades de conservação e assentamentos da reforma agrária. “Cada tipo de categoria territorial representa um desafio específico que precisa ser enfrentado na sua especificidade”, disse o secretário.

 

De 2012 a 2015, por exemplo, 94% do desmatamento em Roraima foi em assentamentos e glebas federais; no Mato Grosso, 72% foi em áreas privadas; no Amapá, 23% das unidades de conservação foram desmatadas; e no Pará, 39% do desmatamento foi em glebas nesse período.

 

Durante o seminário, o MMA também quer colher subsídios para a construção da nova fase do PPCDAm. Nove estados compõem a Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. (ABr.)

Avalie este item
(1 Votar)
22
Setembro

O Departamento de Homicídios da Polícia Civil investiga a execução de Iramildo Rodrigues Valente, de 34 anos, ocorrido no final da tarde da última terça-feira (20/9), no início da Avenida Antônio Vilhena, na entrada do Bairro Liberdade, Núcleo Cidade Nova. A delegada Raíssa Beleboni, responsável pelo procedimento, esteve no local e informou na manhã desta quarta-feira (21) que deverá intimar familiares para prestarem esclarecimentos ainda nessa semana.

Avalie este item
(0 votos)
Pagina 4 de 5

Filtro por Data

« Agosto 2018 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30 31    
  • Lateral 02
  • Lateral 03
  • Disque Denúncia
  • Lateral 04
  • Lateral 05
  • Lateral 06

Sobre o Site

O Canal Marabá é um portal de notícias que

amplitude regional, destinado a tratar do cotidiano de

Marabá e região, com reportagens, artigos, participação

do internauta e entretenimento. VEJA MAIS...