10
Novembro

 

O projeto da siderúrgica da Cevital em Marabá foi apresentado ao presidente da República, Michel Temer, como se tratando de um investimento da ordem de R$ 4,5 bilhões e que vai constituir a primeira fábrica de trilhos para ferrovias da América latina. Assim resumiu a ele o persidente da empresa argelina Issad Rebrab, em reunião no Palácio do Planalto. Os executivos da multinacional foram ao principal mandatário do País, também defender incentivos ficais para a implantação da siderúrgica aqui no sudeste do Pará.

 

O encontro foi na terça-feira (8). "Nós pretendemos fazer uma transferência de tecnologia para a produção em Marabá, no Brasil”, afirmou Rebrab, usando outros termos que agradam muito ao governo, como valor agregado, geração de empregos e aumento das exportação.


O complexo siderúrgico destinará a produção de trilhos para a América Latina. Além disso, outros produtos derivados do aço serão enviados para o mercado europeu e africano por meio de unidades do grupo na Itália e na Argélia.


Pelo projeto apresentado a Temer, há a projeção que 20 mil empregos sejam gerados durante a construção da fábrica. Com ela pronta, 2,6 mil empregos diretos e milhares de empregos indiretos na região de Marabá virariam realidade.


PROJETOS
O executivo também apresentou a Temer outros projetos que vêm sendo examinados pelo grupo no Brasil. Estima-se a construção no Pará de quatro portos: em Miritituba, Santarém, Vila do Conde e Marabá.


Para Vila do Conde, também estão previstos projetos agroindustriais. Os planos são para construção de uma refinaria de óleo vegetal, uma indústria de esmagamento de soja e milho e uma unidade de ração animal.


Há também o projeto agroindustrial no estado do Mato Grosso, envolvendo uma usina de etanol a partir de milho e DDGS (ração para animais).


REFORMAS

Issad Rebrab elogiou as reformas econômicas que vêm sendo realizadas pelo governo brasileiro. As medidas, ressaltou ele, são responsáveis pela retomada na confiança dos investidores interessados em projetos no País.


“Quero felicitar o presidente por sua visão na abertura econômica e também por sua abertura ao desenvolvimento econômico no Brasil. Eu penso que com a presidência de Temer haverá um grande crescimento econômico”, disse. 

 

 

Avalie este item
(1 Votar)
08
Novembro

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, deferiu o pedido da defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que o presidente Michel Temer e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sejam testemunhas do ex-parlamentar.

 

No despacho, Moro diz que Temer poderá optar por ser ouvido em audiência ou responder às questões do tribunal por escrito, conforme prevê o Código Processual Penal. De acordo com o Artigo 221 do código, o presidente da República, ministros e outras autoridades podem marcar previamente local da audiência ou responder aos questionamentos por escrito.

 

Já o ex-presidente Lula deverá ser ouvido na Justiça Federal de São Bernardo do Campo, em São Paulo, cidade onde mora. O prazo indicado por Moro é de 30 dias, “preferencialmente por videoconferência”.

Temer e Lula estão entre as 15 pessoas que irão depor a pedido dos advogados de Cunha. Mais seis testemunhas solicitadas pela defesa tiveram o pedido indeferido por Moro. A primeira oitiva de testemunhas de defesa será no próximo dia 22, quando serão ouvidos o pecuarista José Carlos Bumlai, o ex-senador Delcídio do Amaral, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, e o lobista Hamylton Padilha.

 

As testemunhas de acusação indicadas pelo Ministério Público Federal que serão ouvidas na ação penal contra Cunha são o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa e o auditor da estatal Rafael de Castro Silva.

 

Prisão

Cunha está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 19 de outubro. Segundo a força-tarefa do Ministério Público Federal, "há evidências" de que existem contas pertencentes a Cunha no exterior que ainda não foram identificadas, fato que, segundo os procuradores, coloca em risco as investigações. Além disso, os procuradores ressaltaram que Cunha tem dupla nacionalidade (brasileira e italiana) e poderia fugir do país.

 

A prisão foi decretada na ação penal em que o deputado cassado é acusado de receber R$ 5 milhões, que foram depositados em contas não declaradas na Suíça. O valor seria oriundo de vantagens indevidas, obtidas com a compra de um campo de petróleo pela Petrobras em Benin, na África.

 

O processo foi aberto pelo Supremo Tribunal Federal, mas, após a cassação do mandato de Cunha, a ação foi enviada para o juiz Sérgio Moro porque o ex-parlamentar perdeu o foro privilegiado. (ABr.)

Avalie este item
(0 votos)
06
Outubro

 

Com a presença de familiares e amigos de Ulysses Guimarães, a Câmara dos Deputados lembrou hoje (6) a trajetória do político, tido como símbolo da defesa da democracia e da liberdade. Em uma sessão de homenagem aos 100 anos do líder, que comandou a Casa durante a Constituinte de 1988, integrantes do governo do também peemedebista Michel Temer, como o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) destacaram frases históricas de Ulysses, como “o político tem que ter coragem”.


“Hoje o político tem que ter coragem para assumir os desafios que aí estão”, disse Padilha, fazendo referência à atual situação financeira do país e ao pacote de ajuste fiscal defendido pelo Executivo. O ministro lembrou que Ulysses integrou o MDB, partido que deu origem ao PMDB, e é um símbolo para correligionários e para a sociedade. “Ulysses foi um brasileiro que combateu politicamente, sem violência, e conseguiu derrubar uma ditadura militar pela política, pela mobilização e pelo discurso, dando ao povo a noção de que tem a capacidade de mudar o Brasil”, disse.


Rodrigo Maia (DEM-RJ), hoje no comando da Casa que já foi presidida por Ulysses Guimarães, ressaltou que ele foi “um dos maiores estadistas que a politica brasileira teve. Sempre defendeu a democracia e construiu a redemocratização do Brasil a partir de 1985”, afirmou.


O combate à ditadura militar pela política também foi destacado pelo presidente da Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB, Moreira Franco, que lembrou que o líder conseguiu sintonizar sua atividade aos anseios da população. “Estamos homenageando o último político brasileiro que teve autoridade moral, que é a essência da atividade política, de dizer que estava falando em nome da nação”, disse.


Na sessão, além de discursos exaltando a trajetória do constituinte, foi lançado um selo comemorativo elaborado dos Correios, pelos 100 anos do político, e um documentário produzido pela TV Câmara e dividido em três episódios. (Ag. Brasil)

Avalie este item
(0 votos)
22
Setembro

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, na sessão administrativa desta terça-feira (20), o envio de Forças Federais para municípios do Pará. Os pedidos de envio de tropas federais para essas localidades foram feitos ao TSE pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará.

Avalie este item
(0 votos)
Pagina 2 de 2

Filtro por Data

« Janeiro 2018 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31        
  • Lateral 02
  • Lateral 03
  • Disque Denúncia
  • Lateral 04
  • Lateral 05
  • Lateral 06

Sobre o Site

O Canal Marabá é um portal de notícias que

amplitude regional, destinado a tratar do cotidiano de

Marabá e região, com reportagens, artigos, participação

do internauta e entretenimento. VEJA MAIS...